A PREVHAB encerrou dezembro de 2025 com R$ 601,6 milhões aplicados em investimentos. O resultado marca o fechamento de um ano desafiador para a economia brasileira, caracterizado por juros elevados e desaceleração da atividade econômica.
Mesmo nesse ambiente, o mês de dezembro trouxe desempenho positivo para os planos administrados pela Entidade.
Plano de Benefícios Plenus supera meta no mês
Em dezembro, o Plano Plenus registrou rentabilidade líquida de 0,86%, superando em 0,45 ponto percentual a meta atuarial de 0,41%. O desempenho mensal representou um ganho de R$ 5,15 milhões.
No acumulado do ano, o Plano obteve rentabilidade de 5,44% (R$ 32,24 milhões). Embora abaixo da meta atuarial anual de 8,98%, o resultado reflete um cenário de mercado marcado por forte restrição monetária e juros reais acima de 10% ao longo de grande parte de 2025.
Durante o mês, a receita previdencial foi de R$ 208,68 mil, enquanto as despesas com pagamento de benefícios somaram R$ 5,30 milhões. As provisões matemáticas — que representam os compromissos futuros do Plano — cresceram R$ 3,25 milhões, alcançando R$ 628,28 milhões, conforme avaliação atuarial realizada pela HR Serviços Atuariais Ltda.
O Plano registrou déficit técnico de R$ 3,48 milhões no mês, elevando o déficit acumulado para R$ 45,25 milhões ao final de 2025.
Plano de Gestão Administrativa – PGA acompanha o CDI no ano
O Plano PGA, responsável pela gestão administrativa, apresentou desempenho alinhado ao principal indicador da renda fixa no Brasil.
Em dezembro, a rentabilidade foi de 1,21%, praticamente em linha com o CDI de 1,22% no período. No acumulado do ano, o Plano registrou 14,43%, levemente acima do CDI (14,33%).
Os investimentos do PGA totalizaram R$ 17,15 milhões, e o fundo administrativo encerrou o mês com saldo de R$ 18,44 milhões.
Os indicadores administrativos acumulados em 2025 mostram taxa de administração de 1,36% e despesas administrativas equivalentes a 1,89% do ativo total dos Planos — números que refletem o porte e a estrutura operacional da Entidade.
O cenário econômico de 2025: juros altos e crescimento moderado
O desempenho dos investimentos ao longo do ano esteve diretamente ligado ao ambiente macroeconômico.
Segundo análises do IPEA, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu apenas 0,1% no terceiro trimestre de 2025, confirmando a desaceleração da economia como efeito da política monetária contracionista. A taxa básica de juros permaneceu em patamar elevado durante o ano, com juros reais acima de 10%, pressionando o consumo e desestimulando investimentos produtivos.
Apesar disso, alguns setores mostraram resiliência. O comércio varejista apresentou recuperação no final do ano, e o setor de serviços manteve trajetória positiva. Já a indústria continuou enfrentando maior sensibilidade ao custo elevado do crédito.
Esse ambiente favoreceu aplicações de renda fixa atreladas ao CDI, mas impôs maior seletividade e cautela na estratégia de investimentos de longo prazo — especialmente para planos com meta atuarial.
O que os números da PREVHAB indicam
O resultado de dezembro reforça a importância da gestão ativa e da disciplina técnica na condução dos recursos previdenciários. Em um ano marcado por juros elevados e crescimento econômico moderado, a PREVHAB manteve foco na preservação patrimonial e no equilíbrio de longo prazo.
A superação da meta atuarial no último mês do ano demonstra capacidade de reação da carteira em momentos específicos de mercado, enquanto o desempenho anual reflete os impactos estruturais do cenário econômico.
Plano de Gestão Administrativa – PGA acompanha o CDI no ano
O Plano PGA, responsável pela gestão administrativa, apresentou desempenho alinhado ao principal indicador da renda fixa no Brasil.
Em dezembro, a rentabilidade foi de 1,21%, praticamente em linha com o CDI de 1,22% no período. No acumulado do ano, o Plano registrou 14,43%, levemente acima do CDI (14,33%).
Os investimentos do PGA totalizaram R$ 17,15 milhões, e o fundo administrativo encerrou o mês com saldo de R$ 18,44 milhões.
Os indicadores administrativos acumulados em 2025 mostram taxa de administração de 1,36% e despesas administrativas equivalentes a 1,89% do ativo total dos Planos — números que refletem o porte e a estrutura operacional da Entidade.
O cenário econômico de 2025: juros altos e crescimento moderado
O desempenho dos investimentos ao longo do ano esteve diretamente ligado ao ambiente macroeconômico.
Segundo análises do IPEA, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu apenas 0,1% no terceiro trimestre de 2025, confirmando a desaceleração da economia como efeito da política monetária contracionista. A taxa básica de juros permaneceu em patamar elevado durante o ano, com juros reais acima de 10%, pressionando o consumo e desestimulando investimentos produtivos.
Apesar disso, alguns setores mostraram resiliência. O comércio varejista apresentou recuperação no final do ano, e o setor de serviços manteve trajetória positiva. Já a indústria continuou enfrentando maior sensibilidade ao custo elevado do crédito.
Esse ambiente favoreceu aplicações de renda fixa atreladas ao CDI, mas impôs maior seletividade e cautela na estratégia de investimentos de longo prazo — especialmente para planos com meta atuarial.
O que os números da PREVHAB indicam
O resultado de dezembro reforça a importância da gestão ativa e da disciplina técnica na condução dos recursos previdenciários. Em um ano marcado por juros elevados e crescimento econômico moderado, a PREVHAB manteve foco na preservação patrimonial e no equilíbrio de longo prazo.
A superação da meta atuarial no último mês do ano demonstra capacidade de reação da carteira em momentos específicos de mercado, enquanto o desempenho anual reflete os impactos estruturais do cenário econômico.



